1F Preencha a Exosfera, Termosfera, Ionosfera, Mesosfera, Estratosferra e Troposfera com as seguintes características das regiões da atmosfera: altitude, espécies químicas em cada região da atmosfera, densidade do ar, veículos de voo e temperatura média.
Para os alunos que não enviaram as atividades anteriores
2.B - Faça a leitura do Artigo “Reações de Oxirredução” disponível em: https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/quimica/reacoes-oxirreducao.htm
Reações de oxirredução
As reações de oxirredução são aquelas em que há transferência de elétrons entre as espécies químicas envolvidas. Isso pode ser percebido por meio do número de oxidação (Nox) de cada elemento, que se trata da carga elétrica real, no caso de íons monoatômicos (um átomo que ganhou ou perdeu elétrons), e, no caso de compostos moleculares ou de íons polinuclerares, é a carga elétrica que ele teria se a ligação fosse rompida, ou seja, sua tendência de atrair os elétrons.
Assim, nós olhamos o Nox de cada elemento envolvido na reação e se percebermos que o seu Nox do reagente era menor que o do produto, isto é, aumentou, isso significa que ele perdeu elétrons na reação. Por outro lado, se o seu Nox no produto é menor, significando que ele diminuiu, quer dizer que essa espécie química ganhou elétrons.
Para entender melhor, vejamos um exemplo: Ao mergulhar uma fita de cobre metálico em uma solução de nitrato de prata, notamos que, com o passar do tempo, forma-se uma camada cinza sobre o cobre, e a solução, que inicialmente era incolor, vai ficando azul, como se pode ver na imagem abaixo:
A cor azul deve-se à formação de cátions cobre (Cu2+) que ficam dissolvidos na solução. Isso significa que o cobre metálico (Cu0) perdeu elétrons para se transformar nesse cátion. Dessa forma, dizemos que ele sofreu uma oxidação. Acompanhe a seguir:
Ao mesmo tempo, os íons prata (Ag+) que existiam na solução de nitrato de prata (AgNO3) receberam esses elétrons que o cobre perdeu e transformaram-se em prata metálica (Ag0), que se depositou na fita de cobre. Isso significa que os íons prata sofreram redução:
Visto que houve transferência de elétrons, com ocorrência simultânea de oxidação e de redução, esse é um exemplo de reação de oxirredução, que é dada pela soma das duas semirreações acima:
Outros dois conceitos importantes nas reações de oxirredução são “agente oxidante” e “agente redutor”. Como os próprios nomes dizem, o agente oxidante é o que causa a oxidação de outra espécie química, enquanto o agente redutor é o que provoca a redução da outra.
No exemplo mencionado, o cobre metálico perdeu elétrons, ou seja, ele doou esses elétrons para o cátion prata, causando a sua redução. Portanto, o cobre é o agente redutor. Por outro lado, os cátions prata da solução de nitrato de prata foram os que receberam os elétrons do cobre, causando a oxidação dele. Por isso, o nitrato de prata (e não o cátion prata) é o agente oxidante.
Observação importante: Note que a substância redutora é a que contém o átomo que forneceu os elétrons e a substância oxidante é a que contém o átomo que recebeu os elétrons. Assim, lembre-se de que os agentes oxidante e redutor não são os átomos isolados, mas as substancias que os contêm.
Resumidamente, temos:
Responda as questões a seguir de acordo com o texto:
1- O que são Reações de Oxirredução?
2- O que é Número de Oxidação (Nox)?
3- Descreva, com suas palavras, o que ocorre quando mergulhamos uma placa de cobre metálico numa solução de nitrato de prata. Apontar quem sofre oxidação e redução e quem é o agente oxidante e redutor e escrever as respectivas reações.
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1E - Realize a leitura do texto “Unidade de Quantidade de Matéria”.
Unidade de Quantidade de Matéria
Em Química, o uso de unidades convenientes para representar as quantidades de partículas é significativo, visto que em pequenas porções de matéria há quantidades quase inimagináveis de partículas.
Como exemplo, em uma única gota de água, com aproximadamente 0,050g, há a incrível quantidade de 1,7. 10 21 partículas de água!
Assim, com o passar do tempo, os químicos adotaram o número de átomos presentes em 12g de carbono, obtido experimentalmente, como a unidade da grandeza quantidade de matéria (n). Esse número de átomos de carbono foi então denominado mol, unidade cujo símbolo também é mol. Atualmente, é possível determinar, por meio de uma técnica chamada espectroscopia de massa, que a massa de um átomo de carbono de massa 12 vale 1,9926. 10 -23g. Assim, o número de átomos de carbono existentes em exatamente 12g de carbono de massa 12 pode ser calculado facilmente:
Número de átomos presentes em 12g de
12 C= 12g/1,9926.10-23g= 6,02.1023 átomos=
= 1 mol
Isso equivale que em 12g de carbono existem aproximadamente 602 sextilhões de átomos de carbono (6,02.1023). Esse número gigantesco ficou conhecido como constante de Avogadro, em homenagem a Lorenzo Romano Amedeo Carlo Avogadro, cientista italiano que defendeu as ideias de Dalton no início do século XIX, ajudando a estabelecer a concepção atomística da matéria.
Usa-se a unidade mol para expressar quantidades de quaisquer espécies químicas:
1 mol de átomos de sódio = 6,0.1023 átomos de sódio
1mol de moléculas de água= 6,0.1023 moléculas de água
Observação: A massa de 1 mol de átomos de C é 12g, ou seja, a massa molar do carbono é 12g/mol.
De modo semelhante, 6,0.1023 moléculas de água, ou seja, 1 mol de H2O, apresenta massa molar 18g/mol.
Fonte: Material de Apoio ao Currículo do Estado de São Paulo: Caderno do Professor, Química, EM, 1ª série- São Paulo: SEE, 2014.
• Elabore um resumo sobre a unidade de quantidade de matéria que apresente os seguintes
itens:
O conceito de mol;
A quantidade de partículas que o mol representa;
Utilidade do mol.
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3E – Represente em seu caderno, por meio de equações químicas balanceadas, cada uma das transformações químicas que envolvem a produção de ferro-gusa (a e b) e cobre (c e d):
a) O gás monóxido de carbono (CO) é formado na combustão incompleta do carvão e reagirá com o óxido de ferro III (Fe2O3), extraído do minério de ferro, e terá como produtos o ferro líquido (Fe) e o gás dióxido de carbono (CO2);
b) A remoção das impurezas do minério de ferro é realizada pela adição de calcário (CaCO3), cuja interação com o dióxido de silício (SiO2) leva à formação da escória (CaSiO3 ) e de dióxido de carbono (CO2);
c) A calcopirita (CuFeS2) reage com o oxigênio (O2) e produz sulfeto de cobre I (Cu2S), óxido de ferro III (Fe2O3) e gás dióxido de enxofre (SO2);
d) O sulfeto de cobre I (Cu2S) é aquecido na presença de oxigênio (O2), formando o gás dióxido de enxofre (SO2) e cobre metálico (Cu).
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Link da video-aula do CMSP: 16/11/2020 - Reações de neutralização
Caderno do aluno volume 2
pagina 45 exercicio 2G
2G - Realizem uma pesquisa, sobre quais são os processos de obtenção do cloreto de sódio por evaporação. Registrem as principais etapas desse processo, da captação da água do mar até o produto final. Após finalizada a pesquisa, façam um fluxograma.
Video-aula do CMSP - 16/11/2020 - Atração e repulsão dos elétrons
Caderno do aluno volume 2 pagina 45
exercicio - 5G - Efetuem a leitura do texto “Cloro”, abaixo:
Respondam:
a)Escrevam sobre: a importância do sal de cozinha na História do Brasil, suas características, os aspectos sociais e de saúde, aspectos ambientais e os aspectos econômicos na história do Brasil.
b) Pesquisem sobre a produção do sal de cozinha (salinas) e, por meio de fotos e/ou vídeos, elaborem a apresentação do processo para a turma, fazendo relações com a dissolução/saturação do sal em água e a presença dos íons na formação da ligação iônica.
CLORO
Do latim clorum, verde. Nome dado pela sua cor amarela esverdeada no estado gasoso. Foi preparado pela primeira vez em 1774, por Carl Wilhelm Scheele (1742-1786), fazendo reagir ácido clorídrico com dióxido de manganês. Scheele considerava-o como sendo uma substância composta. Quase 40 anos depois, em 1810, Humphry Davy (1778-1829) mostrou que ele não podia ser decomposto e que o próprio ácido clorídrico era, na verdade, um composto de hidrogênio e cloro.
Reconhecendo-o como um novo elemento, deu a ele o nome de cloro. Nas condições ambientes, ele é um gás amarelo esverdeado, tóxico, de forte cheiro, poderoso irritante dos olhos e do sistema respiratório. Estima-se que seu teor na crosta terrestre é de 0,13 g/kg. Cloro livre já foi encontrado em gases vulcânicos, onde é mais comum sob a forma de HCl. O íon cloreto, Cl– , é o principal íon negativo encontrado nos oceanos (cerca de 19 g/kg). É também encontrado em mares interiores, como o Mar Cáspio e o Mar Morto e, também, no grande Lago Salgado de Utah, EUA. O íon cloreto está presente nos fluidos dos corpos dos animais superiores, inclusive dos seres humanos.
Como ácido clorídrico, ele está presente no suco gástrico, onde o pH pode chegar a ser entre 1 e 2. Industrialmente, o cloro é preparado por vários métodos como: eletrólise de uma solução de cloreto de sódio, NaCl; eletrólise de NaCl fundido etc. Um dos seus principais compostos é o sal comum, NaCl. Uma das duas principais fontes industriais deste sal é o sal de rocha, cujas jazidas são mineradas.
Em certos casos, extrai-se o sal de rocha dissolvendo-o em água, produzindo uma solução que pode chegar a ter 25% de cloreto de sódio. Mais conhecida dos leigos, porém, é a produção de sal pela simples evaporação da água do mar e posterior purificação por cristalização. Este, porém, corresponde somente a cerca de 10% do sal produzido mundialmente. Assim produzido e parcialmente purificado, é comercializado atualmente como sal grosso, ou sal natural. Este contém sais de magnésio e muitos outros elementos existentes nos oceanos. Em contrapartida, a maior parte do sal usado na alimentação é um cloreto de sódio bastante purificado e depois impurificado com vários aditivos; alguns, porém, benéficos, como iodatos. A maior parte do cloro produzido industrialmente é usado na preparação de derivados clorados, tais como tetracloreto de carbono, CCl4, usado em extintores de incêndio; outros derivados usados na lavagem a seco; e em compostos para a síntese de plásticos, como PVC, cloreto de polivinila, teflon®, borracha sintética etc. Direta ou indiretamente, o cloro e seus compostos são usados no tratamento de águas, para branquear papel e tecidos, na extração de titânio etc.
Pode-se assim avaliar que o cloro e seus derivados têm enorme importância na nossa vida. A importância deles vai do humanismo à irracionalidade. O cloro foi a primeira substância usada intencionalmente como arma química. O cloro e o cloreto de carbonila, COCl2, conhecido como fosgênio, foram usados na Primeira Guerra Mundial. O DDT, diclorodifeniltricloroetano, teve um grande papel no controle de pragas e muitas doenças. No entanto, seu uso foi banido, por ser tóxico e de difícil degradação na natureza; hoje em dia, seus resíduos ainda são encontrados em praticamente todos os pontos do nosso planeta. A sua ação trouxe enormes prejuízos ambientais para a flora e a fauna. Os freons®, certos compostos orgânicos contendo cloro e flúor, eram usados como fluidos de refrigeração; entre estes, o diclorodifluormetano, que, apesar da sua grande utilidade, ironicamente, devido à sua grande estabilidade, consegue chegar às altas camadas da atmosfera terrestre e lá participar da destruição da camada de ozônio, causando grandes males à vida no planeta. A necessidade industrial de Na2 CO3, para a fabricação de sabões e vidros, deu origem ao processo Leblanc e, conseqüentemente, à indústria de álcalis e cloro.
Dos compostos de cloro, o sal de cozinha é certamente o que tem desempenhado o papel de maior importância socioeconômica. Ainda hoje, em algumas partes da África Central, o sal é um artigo de luxo, disponível apenas para os mais ricos. Onde o povo vive basicamente de leite e carnes cruas ou assadas (isto é, quando o teor de sal é preservado), não há necessidade dele como suplemento alimentar; os nômades, por exemplo, com seus rebanhos de carneiros e bois, não usavam sal na comida. Por outro lado, pessoas que vivem basicamente de cereais, vegetais ou carnes cozidas, necessitam um suplemento de sal (cloreto de sódio). O hábito do uso de sal parece ter estado ligado à passagem da vida nômade para a vida agrícola. Este foi um passo dado pela nossa civilização e que influenciou profundamente os rituais e cultos da maioria das antigas civilizações. Blocos de sal chegaram a ser usados como dinheiro na Etiópia, na África e mesmo no Tibet. No exército romano, os oficiais e os homens recebiam uma certa quantidade de sal; nos tempos imperiais, este salarium (de onde deriva a palavra salário) foi convertido num certo valor em moeda equivalente ao sal antes recebido. No Brasil, ainda hoje, o Rio Grande do Norte é o grande produtor de sal: cerca de 95% da produção nacional. Muito cobiçado por outros países, a história do sal, no Nordeste do Brasil, remonta ao início do século XVI, quando Pero Coelho de Souza registrou as salinas por ele vislumbradas em Amargoso, Guamaré, Macau e Areia Branca. A História do Brasil (1550-1627) registrada por Frei Vicente do Salvador referiu-se às salinas do Nordeste como onde naturalmente se coalha o sal em tanta quantidade que podem carregar grandes embarcações todos os anos, porque assim como se tira um, se coalha e cresce continuamente outro. Na segunda metade do século XVIII, o Rei de Portugal permitiu o consumo do sal indígena apenas dentro das terras potiguares, visto que todo o sal consumido na corte era proveniente da Europa. A exportação do sal do Rio Grande do Norte para as outras capitanias só foi possível a partir de 1808, quando D. João VI publicou a Carta Régia, na qual permitia a extração e o livre comércio dentro do reino, não impedindo, todavia, a importação do sal. A prosperidade só chegou depois da República. Grandes investimentos só começaram a ser feitos com a entrada de capital estrangeiro na década de 60. Hoje em dia, o sal é o maior bem de consumo mineral industrial no mundo. Seu valor e importância industrial cresceram muito a partir de meados do século XIX, com a descoberta do processo Solvay. Os EUA são os maiores produtores, com cerca de 23% da produção mundial, que foi de ~200 milhões de toneladas no ano 2000; neste mesmo ano, o Brasil produziu cerca de 7 milhões de toneladas, colocando-se como o oitavo produtor do mundo. Um excelente resultado, mas que pode ser questionado quando consideramos a enorme extensão do nosso litoral.
Número atômico Z = 17
Massa molar M= 35,453 g/mol
Isótopos naturais 35Cl (75,53%), 37Cl(24,47%)
Ponto de fusão Tf = -103 oC
Ponto de ebulição Te = -34 oC
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Video-aula do CMSP - 09/11/2020 - Estrutura da materia
Caderno do aluno volume 2 pagina 42
exercicio 3A - Assista ao Vídeo “Tudo se Transforma, História da Química, História dos Modelos Atômicos”, disponível em:
Depois, pesquisar sobre o modelo atômico e seu postulado proposto por ele: Dalton, Thomson, Rutherford e Bohr. Poderá apresentar vídeo, fotos e desenhos para representar os modelos.
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1F – Leia o texto a seguir e elabore um fluxograma ou um mapa conceitual que represente a produção de etanol, desde a matéria-prima até o produto final (etanol 100%).
Fermentação alcoólica na produção do etanol
A cana-de-açúcar é a principal matéria-prima usada na produção de álcool no Brasil. A partir de 1 ha (um hectare, ou seja, 10 000 m2) de plantação, pode-se obter cerca de 3 mil litros de etanol. A cana-de-açúcar passa inicialmente pelo processo de moagem, em que o suco da cana, a garapa, é separado do bagaço, que pode ser queimado como combustível ou usado na alimentação do gado.
Em seguida, a garapa é aquecida até que boa parte da água evapore e se forme um líquido viscoso e rico em açúcares, chamado melaço. Esse material é acidificado para que esteja em condições ideais para o desenvolvimento das leveduras (micro-organismos que possuem substâncias denominadas enzimas, capazes de acelerar a transformação de açúcares em álcool etílico e gás carbônico). É na presença das leveduras que o melaço passará pelo processo de fermentação alcoólica, que dura cerca de 50 horas, ocorrendo a formação do etanol.
A mistura obtida na fermentação apresenta cerca de 14% em volume de álcool, mas, após o processo de destilação, obtém-se álcool com 96°GL (4% de água e 96% de etanol).
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Caderno do aluno volume 1 pagina 32 exerciocio 2 A e 2 B
2A- Descreva com suas palavras, com o auxílio de pesquisas, as etapas do tratamento de água que são realizadas nas Estações de Tratamento de Água - ETA.
2B - Assista ao Vídeo “Sabesp - Tratamento de Água” disponível em
https://www.youtube.com/watch?v=P2ShcHsEGts e reflita sobre as etapas
do tratamento, o consumo e o uso consciente da água. Escreva as principais
ideias do vídeo.
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