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segunda-feira, 7 de dezembro de 2020

Liria Bordinhao- 1A, 1B, 1C - Língua Portuguesa e Literatura - semana de 07 a 11 de dezembro

 Bom dia pessoal,


Nesta semana vocês poderão fazer as atividades atrasadas para entregá-las em tempo para o fechamento do quarto bimestre.

Façam também as provas externas que estiverem pendentes e a Apostila - Aprender Sempre v. 3.


BONS ESTUDOS


lilibordinhao@gmail.com

Liria Bordinhao - 2A - Língua Portuguesa e Literatura- semana de 07 a 11 de dezembro

 AULA 2 A - SEMANA DE 07 A 11 DE DEZEMBRO



Bom dia pessoal,


Nesta semana vocês poderão fazer as atividades atrasadas para entrega-las em tempo para o fechamento do quarto bimestre.

Façam também as provas externas que estiverem pendentes e a Apostila - Aprender Sempre v. 3.


BONS ESTUDOS


lilibordinhao@gmail.com

segunda-feira, 30 de novembro de 2020

Prof. Liria Bordinhao - Lingua Portuguesa e Literatura - 1A, 1B, 1C - semana de 30 de novembro a 04 de desembro

 

LÍNGUA PORTUGUESA E LITERATURA

DATA DA AULA: 29/10/2020

TEMA DA AULA: Revisão – Aula 7 – Aprender Sempre v. 3  - Que som e este

ETAPA DE ENSINO: 1º ano Médio

 

Habilidades do Currículo do Estado de São Paulo:

Ø  Analisar os efeitos de sentido decorrentes da interação entre os elementos linguísticos e os recursos que funcionam como modificadores, percebendo sua função na caracterização dos espaços, tempos, personagens e ações próprias de cada gênero.

 

Objetivos de conhecimento:

Ø  Reconhecer nos poemas os efeitos produzidos pelo uso de recursos sonoros expressivos.

 

I – Estratégia

Ø  Envolver-se na leitura dos versos de Camões

Ø  Leitura das estrofes dos poemas

Ø  Reconhecer soneto

Ø  Antítese

 

 

 

II – Antíteses

 

Antítese é uma figura de linguagem caracterizada pela apresentação de palavras de sentidos opostos.

A palavra antítese tem origem no termo grego antithesis, que significa resistência ou oposição. Por esse motivo, a antítese (que também é uma figura de pensamento) consiste na contraposição de conceitos, palavras ou objetos distintos.

A antítese é usada no âmbito da literatura, mas também das artes plásticas. Esta figura de linguagem é mais comum em línguas como latim e grego, onde a aglutinação de palavras ajuda na comparação de características, fazendo sobressair a realidade.

Durante o Renascimento, nas artes plásticas era preponderante a lei da simetria, que evoluiu para a dinâmica do contraste do Barroco. A utilização do contraste impetuoso da luz e da sombra é conhecida como um processo antitético.

A utilização de duas palavras opostas na mesma frase é conhecida como antítese como pode verificar nos seguintes exemplos:

 Viver e morrer são as coisas mais naturais do mundo. / A alegria e a tristeza fazem parte do meu trabalho.

Veja alguns exemplos de figuras de linguagem.

Antítese e paradoxo

Muitas pessoas confundem a antítese com o paradoxo, que são duas figuras de pensamento. A diferença é que enquanto a antítese revela palavras que têm sentidos opostos, o paradoxo indica uma contradição de ideias que se encontra em uma só frase ou pensamento. O paradoxo remete para uma contraposição mais profunda de certos conceitos, expressando ideias que são incompatíveis e por vezes inconcebíveis à compreensão intelectual.

Vejamos alguns exemplos de paradoxo: A sua escuridão iluminou a minha vida. / A solidão é a minha melhor companhia.

III – Leia o soneto e responsa as questões interpretativas das paginas 15 e 16 do Aprender Sempre V. 3.

 

Amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói, e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer.

É um não querer mais que bem querer;
É um andar solitário entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É um cuidar que se ganha em se perder.

É querer estar preso por vontade;
É servir a quem vence, o vencedor;
É ter com quem nos mata, lealdade.

Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade,
Se tão contrário a si é o mesmo Amor?

Luís de Camões

 

IV – Atividade complementar de interpretação

 

1- Quais palavras do poema não expressam seu sentido literal (sentido real)?

2- Por Que essas palavras nos remetem a sentimentos?

3- Dizer que o amor e um sentimento forte e intenso que não podemos ver e que "Amor e um fogo que arde sem se ver" é a mesma coisa? Qual e o impacto causado pelas duas formas?


 

 

 

Atenção- Estamos no quarto bimestre. Realizem as atividades e retirem o Caderno do Aluno v. 4 na escola.

 

 

                          Bons estudos – lilibordinhao@gmail.com

 

Prof. Liria Bordinhao - 2 A - Lingua Portuguesa e Literatura - Semana de 30 de novembro a 04 de dezembro

 

LÍNGUA PORTUGUESA E LITERATURA

DATA DA AULA: 27/10/2020

TEMA DA AULA: “O único assassinato de Cazuza – Parte 1 - Aula 7 – páginas 16 a 19

ETAPA DE ENSINO: 2º ano Médio

 

Habilidades do Currículo do Estado de São Paulo:

Ø  Identificar o valor expressivo da metáfora e da metonímia na construção coesiva de um texto. (Habilidade essencial)

 

Objetivos de conhecimento:

Ø  Reconhecer os efeitos de sentido produzidos pelo uso da ironia como recurso expressivo.

 

I – Estrategia

Ø  Ler a primeira parte do conto “O único assassinato de Cazuza”, de Lima Barreto.

Ø  Conhecer o autor Lima Barreto e o período histórico ao qual pertenceu.

Ø  Estudar os efeitos expressivos da utilização da figura de retórica “ironia” em textos literários.


Aprender Sempre, 2020. Caderno do professor, 2ª série, vol. 3, capa.

 

Responda

“O único assassinato de Cazuza”, de Lima Barreto

Ø  Qual a expectativa que uma história com este título gera no leitor?

Ø  O que é preciso para que o título de uma história desperte em você o desejo de lê-la?

Ø  O conto que vamos ler foi escrito por um escritor brasileiro chamado Lima Barreto. O que você sabe sobre este escritor?

 

II - “O único assassinato de Cazuza”

Ø  Afonso Henriques de Lima Barreto (1881-1922), escritor brasileiro nascido no Rio de Janeiro.

Ø  Autor de:

      Triste fim de Policarpo Quaresma

      Clara dos Anjos


Autor desconhecido. Domínio Público. Wikimedia Commons. Disponível em: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:LimaBarreto.jpg

Acesso em: 22 out. 2020.

Antes da leitura, vamos relembrar os elementos básicos de uma narrativa...

  • Personagem
  • Espaço
  • Tempo
  • Narrador

·         Enredo

 

Antes da leitura do texto, vamos observar alguns termos que encontraremos ao longo da leitura...

Ø  Glossário

·         Soturno: tristonho, que demonstra melancolia ou tristeza.

·         Antologista: autor de antologia.

·         Jules Verne: romancista francês, que ajudou a fundar um novo gênero literário, a ficção científica; Vinte mil léguas submarinas é um de seus livros, no qual aparece o submarino Náutilus.

 

“O único assassinato de Cazuza”, de Lima Barreto

       HILDEGARDO BRANDÃO, conhecido familiarmente por Cazuza, tinha chegado aos seus cinquenta anos e poucos, desesperançado; mas não desesperado.

       Depois de violentas crises de desespero, rancor e despeito, diante das injustiças que tinha sofrido em todas as coisas nobres que tentara na vida, vieram-lhe uma beatitude de santo e uma calma grave de quem se prepara para a morte.

      Tudo tentara e em tudo mais ou menos falhara. Tentara formar-se, foi reprovado; tentara o funcionalismo, foi sempre preterido por colegas inferiores em tudo a ele, mesmo no burocracismo; fizera literatura e se, de todo, não falhou, foi devido à audácia de que se revestiu, audácia de quem “queimou os seus navios”. Assim mesmo, todas as picuinhas lhe eram feitas.

       Às vezes, julgavam-no inferior a certo outro, porque não tinha pasta de marroquim; outras vezes tinham-no por inferior a determinado “antologista”, porque semelhante autor havia, quando “encostado” ao Consulado do Brasil, em Paris, recebido como presente do Sião uma bengala de legítimo junco da Índia.

Por essas do rei e outras ele se aborreceu e resolveu retirar-se da liça. Com alguma renda, tendo uma pequena casa, num subúrbio afastado, afundou-se nela, aos quarenta e cinco anos, para nunca mais ver o mundo, como o herói de Jules Verne, no seu “Náutilus”.

       Comprou os seus últimos livros e nunca mais apareceu na Rua do Ouvidor. Não se arrependeu nunca de sua independência e da sua honestidade intelectual.

       Aos cinquenta e três anos, não tinha mais um parente próximo junto de si. Vivia, por assim dizer, só, tendo somente a seu lado um casal de pretos velhos, aos quais ele sustentava e dava, ainda por cima, algum dinheiro mensalmente.

       A sua vida, nos dias de semana, decorria assim: pela manhã, tomava café e ia até a venda, que supria a sua casa, ler os jornais sem deixar de servir-se, com moderação, de alguns cálices de parati, de que infelizmente abusara na mocidade.

       Voltava para a casa, almoçava e lia os seus livros, porque acumulara uma pequena biblioteca de mais de mil volumes. Quando se cansava, dormia. Jantava e, se fazia bom tempo, passeava a esmo pelos arredores, tão alheio e soturno que não perturbava nem um namoro que viesse a topar.

       Aos domingos, porém, esse seu viver se quebrava. Ele fazia uma visita, uma única e sempre a mesma. Era também a um desalentado amigo seu. Médico, de real capacidade, nunca o quiseram reconhecer porque ele escrevia “propositalmente” e não “propositadamente”, “de súbito” e não “às súbitas”, etc., etc. Tinham sido colegas de preparatórios e, muito íntimos, dispensavam-se de usar confidências mútuas.

Aprender Sempre, 200. Caderno do Aluno, Língua Portuguesa, 2ª série EM, vol. 3, p. 17.

Responda

Ø  Que tipo de conto é esse: de humor, terror, romance etc.? Justifique sua resposta...

Ø  Quais palavras melhor definem a personagem desse conto?

Ø  Que tipo de narrador o conto apresenta? Comente.

Ø  Em “Depois de violentas crises de desespero, rancor e despeito, diante das injustiças que tinha sofrido em todas as coisas nobres que tentara na vida”, o termo destacado está empregado em um sentido real ou pretende sugerir o contrário? Explique.

IV - A ironia

Ø  É uma forma de expressão literária ou uma figura de retórica que consiste em dizer o contrário daquilo que se quer expressar. Na literatura, a ironia é a arte de zombar de alguém ou de alguma coisa, com um ponto de vista a obter uma reação do leitor, ouvinte ou interlocutor.

Wikipédia. Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/Ironia>. Acesso em 22 out. 2020.

 



Aprender Sempre, 2020. Caderno do professor, 2ª série, vol. 3, capa.

VII - Atividade...

Ø  Leia a segunda parte do conto “O único assassinato de Cazuza”, de Lima Barreto.

Ø  O trecho está presente no caderno do aluno “Aprender Sempre” Vol. 3, página 19.

 

 

BONS ESTUDOS!!!

lilibordinhao@gmail.com

segunda-feira, 23 de novembro de 2020

Liria Bordinhao 1A,1B,1C - Lingua Portuguesa e Literatura - semana de 23 a 27de novembro

LÍNGUA PORTUGUESA E LITERATURA

DATA DA AULA: 29/10/2020

TEMA DA AULA: Personificação – Aprender Sempre v. 3 Aula 6  

ETAPA DE ENSINO: Primeiro ano

 

Habilidades do Currículo do Estado de São Paulo:

Ø  Relacionar informações sobre concepções artísticas e procedimentos de construção do texto literário.

 

Objetivos de conhecimento:

Ø  Reconhecer a personificação enquanto recurso estilístico.

 

I – Estratégia

Ø  Explicar sobre Personificação

Ø  Leitura e analise de poema

Ø  Texto literário

Ø  Atividades da apostila – Aprender Sempre v. 3 aulas 5 e 6

 

 

 

II – Personificação

 

personificação, também chamada de prosopopeia ou animismo, é uma figura de linguagem, mais precisamente, uma figura de pensamento muito utilizada nos textos literários.

Ela está diretamente relacionada com o significado (campo semântico) das palavras e corresponde ao efeito de “personificar”, ou seja, dar vida aos seres inanimados.

A personificação é utilizada para atribuir sensações, sentimentos, comportamentos, características e/ou qualidades essencialmente humanas (seres animados) aos objetos inanimados ou seres irracionais, por exemplo:

O dia acordou feliz.

Segundo o exemplo, a característica de “acordar feliz” é uma característica humana, que, nesse caso, está atribuída ao dia (substantivo inanimado).

Note que a personificação pode também atribuir qualidades de seres animados a outros seres animados, por exemplo:

O cachorro sorriu para o dono.

Exemplos de Personificação

1.    dia acordou feliz e o sol sorria para mim.

2.    vento assobiava esta manhã em que o céu chorava.

3.    Naquela noite, a lua beijava o céu.

4.    Após a erupção do vulcão, o fogo dançava por entre as casas.

Nos exemplos acima, nota-se a utilização da personificação, na medida em que características de seres animados (que possuem alma, vida) são atribuídas aos seres inanimados (sem vida).

Note que os verbos ligados os substantivos inanimados (dia, sol, vento, fogo e lua) são características dos seres humanos: acordar, sorrir, assobiar, chorar e beijar.

 

 

.

 

III – Leia o Poema Meus Oito Anos . No poema há uma personificação. Explique-a.

 

 

           
Meus oito anos

Casimiro de Abreu

Oh! que saudades que tenho
Da aurora da minha vida,
Da minha infância querida
Que os anos não trazem mais!
Que amor, que sonhos, que flores,
Naquelas tardes fagueiras
À sombra das bananeiras,
Debaixo dos laranjais!

Como são belos os dias
De despontar da existência!
– Respira a alma inocência
Como perfumes a flor;
O mar é – lago sereno,
O céu – um manto azulado,
O mundo – um sonho dourado,
A vida – um hino d’amor!

Que auroras, que sol, que vida,
Que noites de melodia
Naquela doce alegria,
Naquele ingênuo folgar!
O céu bordado d´estrelas,
A terra de aromas cheia,
As ondas beijando a areia
E a lua beijando o mar!

Oh! dias de minha infância!
Oh! meu céu de primavera!
Que doce a vida não era
Nessa risonha manhã!
Em vez das mágoas de agora,
Eu tinha nessas delícias
De minha mãe as carícias
E beijos de minha irmã!

Livre filho das montanhas,
Eu ia bem satisfeito,
Da camisa aberto o peito,
– Pés descalços, braços nus –
Correndo pelas campinas
À roda das cachoeiras,
Atrás das asas ligeiras
Das borboletas azuis!

Naqueles tempos ditosos
Ia colher as pitangas,
Trepava a tirar as mangas,
Brincava à beira do mar;
Rezava às Ave-Marias,
Achava o céu sempre lindo,
Adormecia sorrindo
E despertava a cantar!

[…]

Oh! que saudades que tenho
Da aurora da minha vida,
Da minha infância querida
Que os anos não trazem mais!
– Que amor, que sonhos, que flores,
Naquelas tardes fagueiras
À sombra das bananeiras,
Debaixo dos laranjais!

Enciclopédia Itaú Cultural – Literatura Brasileira.

 

 

IV – Leia a fabula- Os viajantes e o urso.

Explique a personificação existente.


                    Fábula de Esopo

 

        Dois amigos viajavam juntos pelo mesmo caminho, quando um urso apareceu-lhes de repente.

        O homem que ia na frente subiu numa árvore e lá se escondeu, e o outro, estando para ser apanhado, caiu ao chão e fingiu-se de morto.

        Quando o urso aproximou dele o focinho e o revirou de todos os lados, ele reteve a respiração, pois dizem que o urso não toca em animal morto.

        Depois que o urso se afastou, o homem que estava na árvore desceu e perguntou o que o urso lhe havia dito ao ouvido.

        E o outro disse:

        -- “Ele me aconselhou a não mais viajar daqui para frente com aqueles amigos que não ficam por perto na hora do perigo”.

        Moral da história: As desgraças põem à prova os verdadeiros amigos.

 

                ESOPO. Fábulas completas. 2 ed. São Paulo: Moderna, 2004. p. 143

 


Você já assistiu algum filme da PIXAR?  Qual?  Você percebeu personificação ? Explique.

 

 

Atenção- Estamos no quarto bimestre. Realizem as atividades e retirem o Caderno do Aluno v. 4 na escola.

 

 

             Bons estudos – lilibordinhao@gmail.com





 

 

                    Fábula de Esopo

 

        Dois amigos viajavam juntos pelo mesmo caminho, quando um urso apareceu-lhes de repente.

        O homem que ia na frente subiu numa árvore e lá se escondeu, e o outro, estando para ser apanhado, caiu ao chão e fingiu-se de morto.

        Quando o urso aproximou dele o focinho e o revirou de todos os lados, ele reteve a respiração, pois dizem que o urso não toca em animal morto.

        Depois que o urso se afastou, o homem que estava na árvore desceu e perguntou o que o urso lhe havia dito ao ouvido.

        E o outro disse:

        -- “Ele me aconselhou a não mais viajar daqui para frente com aqueles amigos que não ficam por perto na hora do perigo”.

        Moral da história: As desgraças põem à prova os verdadeiros amigos.

 

                ESOPO. Fábulas completas. 2 ed. São Paulo: Moderna, 2004. p. 143

 

V – Responda

Você já assistiu algum filme da PIXAR?  Qual?  Você percebeu personificação ? Explique.

 

 

Atenção- Estamos no quarto bimestre. Realizem as atividades e retirem o Caderno do Aluno v. 4 na escola.

 

 

             Bons estudos – lilibordinhao@gmail.com

 

 

                    Fábula de Esopo

 

        Dois amigos viajavam juntos pelo mesmo caminho, quando um urso apareceu-lhes de repente.

        O homem que ia na frente subiu numa árvore e lá se escondeu, e o outro, estando para ser apanhado, caiu ao chão e fingiu-se de morto.

        Quando o urso aproximou dele o focinho e o revirou de todos os lados, ele reteve a respiração, pois dizem que o urso não toca em animal morto.

        Depois que o urso se afastou, o homem que estava na árvore desceu e perguntou o que o urso lhe havia dito ao ouvido.

        E o outro disse:

        -- “Ele me aconselhou a não mais viajar daqui para frente com aqueles amigos que não ficam por perto na hora do perigo”.

        Moral da história: As desgraças põem à prova os verdadeiros amigos.

 

                ESOPO. Fábulas completas. 2 ed. São Paulo: Moderna, 2004. p. 143

 

V – Responda

Você já assistiu algum filme da PIXAR?  Qual?  Você percebeu personificação ? Explique.

 

 

Atenção- Estamos no quarto bimestre. Realizem as atividades e retirem o Caderno do Aluno v. 4 na escola.

 

 

             Bons estudos – lilibordinhao@gmail.com